
No momento em que este artigo foi escrito, um artigo de Martyn Evans perguntava ‘A arquitetura está em crise?’ No mesmo ano, Reinier de Graaf publicou o livro ‘Arquitetura Contra Arquitetura,’ onde expôs quatorze problemas com a profissão e a disciplina. A questão de um crise na arquitetura é perene. Referindo-se a arquitetura como profissão, levanta a cabeça especialmente quando crises económicas são esperados ou estão em pleno andamento. Simultaneamente, existem questões constantes sobre a eficácia da arquitetura em lidar com as questões urgentes do mundo e da sociedade –habitação, mudanças climáticase desenvolvimento humano. Um empreendimento que tenta responder a essas questões é MASSAestabelecido em Ruanda não muito depois da crise financeira de 2008. A pista está no nome, que significa Modelo de Arquitetura ao Serviço da Sociedade. O MASS foi criado como uma forma diferente de praticar arquitetura.
Martyn Evans, referindo-se especificamente ao Reino Unidoquestiona-se se a crise actual poderá ser uma situação mais permanente e não parte de um ciclo. Ele observa a imprevisibilidade dos rendimentos das empresas, enquanto os promotores, um dos principais comissários dos arquitectos, são mais cautelosos e mais lentos nas despesas. Fontes do RIBA indicam que crises anteriores criadas reduções na carga de trabalho até 50% entre picos e vales. Embora estes períodos de crise comecem frequentemente nos países desenvolvidos, a Sul Global está longe de ser imune.







