Apólice internacional de responsabilidade civil é exigida para veículos brasileiros que cruzam as fronteiras de Argentina, Uruguai e Paraguai. Com a alta procura na temporada de viagens, a emissão digital ganha espaço tanto entre quem se planeja quanto entre quem deixa para a última hora.
A cada temporada de férias, o mesmo movimento se repete nas rotas de fronteira do Sul do país: cresce o número de brasileiros que planejam atravessar de carro rumo à Argentina, ao Uruguai e ao Paraguai — e, com ele, dispara a busca pelo *Seguro Carta Verde*. A apólice internacional de responsabilidade civil é obrigatória para veículos emplacados no Brasil que circulam pelos países do Mercosul, e sua ausência pode transformar o início da viagem em transtorno logo na barreira alfandegária.
A cobertura funciona como uma proteção a terceiros: não indeniza o veículo do próprio segurado, mas responde por danos materiais e pessoais causados a outras pessoas em acidentes ocorridos no exterior. O produto nasceu de acordos regionais no âmbito do Mercosul, com o objetivo de padronizar as regras de responsabilização em sinistros envolvendo veículos estrangeiros e garantir amparo mínimo às vítimas.
## Limites padronizados e vigência flexível
Os limites de cobertura da Carta Verde são definidos por acordo regional e permanecem uniformes entre as seguradoras autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Em 2026, seguem valendo os tetos de até US$ 40 mil por pessoa para danos corporais por morte ou invalidez permanente — com limite de US$ 200 mil por evento — e de até US$ 20 mil por pessoa para danos materiais, respeitado o limite de US$ 40 mil por evento.
A vigência acompanha o período da viagem e pode variar de três dias a um ano. O documento precisa ser emitido *antes* da entrada no país estrangeiro e apresentado junto à documentação do veículo nas fiscalizações. A exigência vale para carros de passeio e motocicletas, independentemente de a viagem ter finalidade de turismo, trabalho ou compras — e ainda que a permanência seja de poucas horas.
Um alerta técnico importante: a Carta Verde *não* cobre a circulação no Chile, que exige o SOAPEX, documento distinto. É uma confusão frequente entre viajantes que combinam Argentina e travessia da Cordilheira no mesmo roteiro.
## Fiscalização vai além da fronteira
Outro ponto pouco conhecido é que a conferência do seguro não ocorre apenas na travessia. Em cidades turísticas, rodovias movimentadas e regiões de grande circulação, é comum a realização de blitzes voltadas a veículos com placa estrangeira. Sem a apólice válida, o motorista pode ser impedido de cruzar a fronteira, autuado, ter o veículo retido e enfrentar dificuldades legais em caso de acidente.
## Dois perfis de viajante, uma mesma solução digital
A alta procura na temporada expõe dois comportamentos distintos: de um lado, quem organiza a viagem com semanas de antecedência e quer resolver o seguro junto com hospedagem e roteiro; de outro, quem só se lembra da Carta Verde às vésperas — ou já a caminho da fronteira. A digitalização da emissão passou a atender bem os dois casos, com cotação e contratação on-line concluídas em poucos minutos.
É esse o foco da corretora digital *Economize ON*, que oferece emissão da Carta Verde totalmente on-line, na hora, para viagens programadas e para decisões de última hora. “O viajante que se planeja quer praticidade; o que deixou para a última hora quer velocidade. A emissão digital resolve os dois: cota, contrata e emite em minutos, para a pessoa cruzar a fronteira em paz, sem correr risco de ser barrada ou autuada”, afirma Claudio Royo, responsável pela Economize ON.
Royo atua no mercado digital de seguros desde 2008, período em que ajudou a consolidar a venda on-line de seguro auto no país. Segundo ele, a Economize já emitiu mais de *200 mil apólices*, tornando-se referência nesse mercado. “A obrigatoriedade da Carta Verde é clara, o preço é acessível e o produto é padronizado. O que faz diferença para o consumidor é conveniência e confiança na hora de contratar — e é aí que a experiência digital muda o jogo”, avalia.
## Planejamento é a palavra de ordem
Com a expectativa de novo aumento no fluxo rodoviário nas rotas de fronteira ao longo de 2026, a recomendação é uniforme: contratar a Carta Verde com antecedência sempre que possível, conferir a vigência para toda a permanência prevista e manter o documento acessível durante a viagem. Caso o prazo expire com o veículo ainda no exterior, a circulação passa automaticamente a ser considerada irregular.
Em um produto de baixo custo e alta obrigatoriedade, o maior risco para o viajante não é o preço — é viajar sem ele.
Material de apoio, guia completo e cotação on-line: [cartaverde.economize.com.br](https://cartaverde.economize.com.br)
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