Lina Ghotmeh sobre memória, museus e arqueologia do futuro

Museu do Legado de Jadid. Cortesia da Fundação de Desenvolvimento de Arte e Cultura do Uzbequistão (ACDF). Imagem © Lina Ghotmeh — Arquitetura Compartilhar Compartilhar Facebook Twitter Correspondência Pinterest Whatsapp Ou https://www.archdaily.com/1034567/lina-ghotmeh-on-memory-museums-and-the-archaeology-of-the-future Conhecido hoje por sua abordagem poética, porém rigorosa, da arquitetura, Lina Ghotmeh tornou-se uma das vozes mais atraentes do design contemporâneo. O seu…

Conhecido hoje por sua abordagem poética, porém rigorosa, da arquitetura, Lina Ghotmeh tornou-se uma das vozes mais atraentes do design contemporâneo. O seu trabalho abrange continentes, desde o Redesenho da Western Range do Museu Britânico em Londres para Museu de Arte Contemporânea de AlUlae inclui comissões históricas, como a Pavilhão Serpentine em Londres, Jardim de Pedra em Beiruteo Pavilhão do Bahrein na Expo Osaka 2025e o Museu Nacional da Estônia em Tartu, Estônia que ela ganhou o concurso para projetar com apenas 25 anos. Através de um palimpsesto de projetos, Ghotmeh estabeleceu uma linguagem arquitetônica distinta que une a memória e a vida contemporânea. Onde quer que ela construa, seu processo captura um diálogo constante entre pessoas, lugares, passado e futuro.

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Nascido e criado em Beir durante a Guerra Civil Libanesa, Ghotmeh cresceu numa cidade continuamente destruída e reconstruída, uma paisagem de memória, resiliência e renovação. Esta experiência moldou profundamente a sua compreensão da arquitectura, que ela frequentemente descreve como “um acto de resistência e um recipiente de empatia”. Para ela, não se trata de nostalgia, mas de transformando as cicatrizes do passado em espaços de esperança, comunidade e continuidade.

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