Conheça o Audi Full-Size Wagon que merecemos, mas nunca tivemos

A longa história da Audi com vagões Entre seus rivais alemães, Audi foi o primeiro a construir estação vagões. O primeiro foi o F103 Variant, uma perua de três portas vendida de 1965 a 1972. Foi então seguido pelo Audi 80 Estate, mais conhecido na América como Fox Wagon. O nome Avant apareceria pela primeira…

A longa história da Audi com vagões

Entre seus rivais alemães, Audi foi o primeiro a construir estação vagões. O primeiro foi o F103 Variant, uma perua de três portas vendida de 1965 a 1972. Foi então seguido pelo Audi 80 Estate, mais conhecido na América como Fox Wagon.

O nome Avant apareceria pela primeira vez em 1977 no C2 100 (o 5000 nos EUA), embora essa versão não fosse vendida nos Estados Unidos e fosse mais um liftback de cinco portas do que uma perua. A primeira verdadeira perua Avant veio na forma do C3 100 e 200, novamente chamado de 5000 nesta parte do mundo. O Audi 80 menor também acabaria recebendo uma versão wagon e esses modelos mais tarde evoluiriam para o A4 Avant, A5 Avant e A6 Avançado. Não esqueçamos também os modelos S e RS.

Mas se há algo que falta na programação, é uma perua de tamanho normal. Você pensaria que um dos pioneiros do segmento já teria construído um. Bem, parece que o pessoal de Ingolstadt brincou com essa ideia há cerca de 25 anos.

Conheça o Avantíssimo

Em 2001, a Audi revelou o Conceito Avantissimo. Anunciado como o Avant definitivo na época, era mais ou menos do tamanho do que mais tarde se tornaria o segunda geração A8 que funcionou de 2002 a 2010. O conceito foi escrito por Frank Lamberty, que mais tarde projetaria o R8 de primeira geração ao lado de Walter de Silva.

O carro media 199 polegadas de comprimento, não muito longe do D3 A8 de produção. Também podemos ver alguns detalhes de estilo que mais tarde seriam aplicados ao A8 para o novo milênio, nomeadamente a linha de caracteres que começa na parte inferior do para-choque dianteiro, subindo pelo para-lama para formar a linha de caracteres.

Seus faróis parecem inspirados no TT, mas eventualmente reduzidos para produção. O mesmo acontecia com a postura baixa, longa e larga. Quanto à traseira, parece que é metade da aparência das unidades envolventes do carro real. Obviamente, o verdadeiro negócio perdeu o estilo prático da carroceria, o que é uma pena.

Tecnologia (e luxo) por dias

Ele também tinha recursos tecnológicos que eventualmente chegaram ao sedã. O principal destaque foi o MMI que se tornaria a norma para o resto da linha da Audi. Qualquer pessoa que tenha possuído um Audi de 2002 até o final da década de 2010 reconhecerá esse arranjo de discagem e botão. Em termos de funcionalidade, controlava o sistema de entretenimento, informações do veículo, comunicações e conectividade.

Já nos luxos, é uma combinação de creme claro e marrom para dar um toque mais leve. O teto panorâmico de vidro completo contribui ainda mais para isso. Os acabamentos em madeira são vistos no console central, bem como nas costas dos bancos dianteiros. Há até cadeiras de capitão lá atrás, aproveitando ao máximo sua longa distância entre eixos. Além disso, há um par de telas na parte traseira para manter os ocupantes traseiros entretidos.

Outros recursos interessantes? Obviamente, há muito espaço no compartimento de carga e ele ficou ainda mais flexível com o armazenamento sob a bandeja, bem como uma bandeja deslizante para facilitar o carregamento.

Embalando um soco

De certa forma, o Avantissimo previu outro modelo da Audi. Sob o capô do carro-conceito estava um V8 biturbo de 4,2 litros acoplado a uma transmissão automática de seis velocidades. A produção foi avaliada em 424 cavalos de potência e 443 lb-pés de torque, números fortes mesmo para os padrões atuais.

Parece familiar? Esse mesmo motor acabou no RS6 com ainda mais potência. O resultado final foi 444 cv, 20 a mais que o conceito, embora haja menos torque a 413 lb-ft. O RS6 então usava uma arma de fogo automática de cinco marchas, embora a de seis marchas fosse aplicada ao A8.

O que poderia ter sido

No final das contas, o Avantissimo não atingiu a produção. Mas se a Audi tivesse construído isso de verdade, teria sido a única perua entre seus pares. BMW não respondeu ao conceito, e nem Mercedes-Benz. Algo como um A8 Avant parece uma boa ideia, mas é um nicho limitado que provavelmente não atrairá muitos compradores.

Mas nunca saberemos, a menos que alguém dê esse salto, certo? Isso nos leva nitidamente ao Conceito Wingback Genesis G90. Ele segue o mesmo projeto do Avantissimo, pois é baseado em um sedã carro-chefe, possui um motor potente e tem uma aparência de negócio. A diferença é que o Gênese parece mais perto da produção, e há um desejo real da empresa de construí-lo. Claro, só acreditaremos quando estiver nos showrooms.

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